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2009 está chegando ao fim. Foi um ano atípico em função da crise financeira internacional. Segundo os analistas, o Brasil está saindo fortalecido da crise e há boas perspectivas para 2010. Contudo, qual foi o impacto da crise financeira internacional na sua vida?
o arroto
O Palmeiras perdeu... Rarararararararararararararara!
Rarararararararararararararara! Hehehehehehehehehehehehehehehehe! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Setores sociais e governo Lula reagem à expulsão de aluna do vestido curto e Uniban, não aguenta pressão, e decide voltar atrás. Governo Serra, como era previsto, calou-se sobre o assunto.
Da Agência Brasil
Depois das reações negativas, Universidade Bandeirante desiste da expulsão de aluna
Brasília — A Universidade Bandeirante (Uniban) de São Paulo anunciou na tarde de hoje (9) que decidiu rever a expulsão da aluna Geisy Arruda, que foi hostilizada e perseguida por estudantes por vestir uma saia curta no dia 22 de outubro. A assessoria da Uniban informou que apenas amanhã (10) será divulgado um esclarecimento da nova decisão.
No começo da noite de hoje, estudantes realizaram uma manifestação em frente ao campus da Uniban em São Bernardo do Campo (SP), onde Geisy estuda e teve os problemas no mês passado. Os protestos deram continuidade às reações muito negativas que começaram no fim de semana.
A expulsão da estudante foi divulgada por meio anúncios pagos na edição de domingo de grandes jornais de São Paulo. “Foi constatada atitude provocativa da aluna, que buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar”, diz a nota da Uniban. A instituição considerou ainda que a atitude dos outros alunos foi apenas uma “reação coletiva de defesa do ambiente escolar”.
A União Nacional dos Estudantes (UNE) condenou de imediato a medida e disse que tentaria conseguir uma bolsa de estudos para a estudante em outra instituição. Ainda ontem (8), a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), classificou de absoluta intolerância e discriminação a decisão da Uniban.
Hoje, o Ministério da Educação e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também cobraram explicações e manifestaram estar preocupados com a expulsão da aluna. Diante da repercussão e da gravidade do caso, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo disse que abriria um inquérito para apurar o caso.
“O que se espera de uma universidade é que ela tenha condições de formar cidadãos. No presente caso, é bastante preocupante a postura da Uniban, que pode indicar que ela não está preocupada com essa formação integral. Além disso, aparentemente, a vítima foi transformada em culpada sem que tivesse a condição de expor a sua versão dos fatos”, disse o MPF, por meio de nota.
Com o canudo nas mãos, ninguém vai chamar de burros os talibãs da Uniban, como os paulistas gostam de chamar o presidente.
DO BLOG E VOCÊ COM ISSO?, DA MTV
Os talebans da Uniban e a tensão entre a saia curta e a orelha comprida
por Marcelo Soares
Pois a Uniban expulsou a hoje famosa Geisy Arruda, que causou alvoroço na faculdade por ir de vestido curto pra aula. Segundo anúncio publicado pela universidade hoje, a culpa pelo tumulto foi da aluna, por ir à aula em trajes inadequados e fazer um percurso maior do que o habitual. Os próceres da academia sentenciam que a aluna feriu a ética, a moralidade e a dignidade acadêmica.
Eu continuo achando que, se a universidade institucionalmente considera que a roupa era inadequada, tinha jeitos menos selvagens de informar isso à estudante. Quando ela entrou, a batata-quente do ridículo estava na mão dela. Quando ela saiu, estava na mão de centenas de alunos e no colo da faculdade, muito mais quente e muito maior. E, sinceramente, também continuo achando que entre adultos o que se veste é problema de cada um. O blog do Marcos Guterman resume bem: a culpa acabou sendo da vítima.
Mas não era exatamente da loira da Uniban que eu queria falar. Queria falar de educação, num sentido mais amplo. Acho que o caso comprova, mais do que nunca, um ponto importante e que volta e meia volta à discussão de maneira rasa: a diferença abissal que existe entre educação e canudo.
Nesta semana, o presidente Lula entrou no foco desse debate. Começou com o Caetano Veloso botando lenha na fogueira ao elogiar por contraste a ex-ministra e futura presidenciável Marina Silva com um “ela não é analfabeta como Lula”. É um tipo de argumento que sempre aparece e no qual eu nunca toco porque eu acho de uma imbecilidade colossal. Verdade que o Lula teve tempo suficiente pra fazer supletivos e até uma faculdade, mas não fez - a Marina Silva fez, o Vicentinho fez. Só que nem por isso ele é “burro” - pelo contrário, é esperto o suficiente pra saber quando dizer que não sabia de nada. Ele e seu governo têm problemas mais sérios do que isso.
O presidente tem respostas muito boas pra esse tipo de crítica. Está acostumado, enfim, após tantos anos de vida pública. Em discurso no congresso nacional do PC do B, Lula falou uma grande verdade em serviço próprio:
“Tem gente que pensa que a inteligência está ligada à quantidade de anos de escolaridade que você tem. Não tem nada mais burro que isso. A universidade te dá conhecimento, aperfeiçoamento. Inteligência é outra coisa.”
De uma maneira mais comprida, ele basicamente explicou a frase antológica do mestre Barão de Itararé: “canudo não encurta orelha”.
Já tive longas discussões com minha avó sobre isso. Mulher sábia, do alto de seus 90 anos, ela insiste em se dizer "burra" porque só estudou até a terceira série. Porém, alguns insights que saem de sua cabeça, a partir do que viu e viveu, são mais profundos do que a maior parte da produção intelectual de ciências humanas do Brasil, ou pelo menos na área da comunicação. (Antes que venham com pedras: sim, eu tenho o hábito de ler trabalhos acadêmicos. Geralmente acho que sou masoquista.)
Outro debate interessante em que essa confusão se fez notar recentemente foi no rolo da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. Eu, pessoalmente, acho que estudar jornalismo é muito útil para um futuro jornalista. Mas acho que a obrigatoriedade era um prêmio para as faculdades ruins. Prêmio que elas aproveitaram bem, no boom de faculdades de esquina que surgiu a partir dos anos 90. Lucraram muito com isso. Durante quatro anos, ensinavam qualquer coisa basicamente para justificar as mensalidades. Ao final, entregavam um canudo que valia tanto quanto o de uma faculdade boa - afinal, era isso o que importava - e o aluno que se virasse pra aprender tudo no mercado de trabalho. Ou para achar outra profissão, sei lá.
Muita gente bem-intencionada critica a decisão do STF de derrubar a obrigatoriedade do diploma. Acham que isso “desvaloriza” a profissão. Eu acho que não. Acho que isso tira o prêmio das faculdades ruins. As boas estão seguras. As médias vão ter que melhorar pra sobreviver, e isso é ótimo. A finalidade de estudar jornalismo não é ter acesso a um pedaço de papel, e sim a um conjunto de conhecimentos. Ainda nesta semana, meu mestre Plínio Bortolotti, do jornal O Povo, publicou em seu blog a informação de que, após a decisão do STF, o Ministério do Trabalho não está mais fazendo registro profissional de jornalistas. Também acho ótimo: acho que obrigar jornalistas a pedir licença para exercer sua profissão é resquício ditatorial. Quando precisava pedir, estávamos acompanhados de atores, sociólogos e flanelinhas. Agora, que não precisa mais pedir, estamos na companhia de engenheiros, advogados e médicos. Se não tinha critério, melhor não ter. (Que desobriguem também os atores e sociólogos!)
Mas esse pessoal bem-intencionado gosta da segurança que o papel dá. O canudo, o carimbo, a marca d´água, as assinaturas de três testemunhas, as diferentes destinações de vias de cores diferentes, a firma autenticada em cartório, a obrigatoriedade de apresentar certidão de nascimento junto da carteira de identidade indo pessoalmente ao local.
Isso está na base da cultura brasileira, cartorial e bacharelesca. O antropólogo francês Claude Lévi-Strauss, que morreu nesta semana, foi um dos fundadores da Universidade de São Paulo. Em seu clássico “Tristes Trópicos”, porém, Lévi-Strauss fez observações ácidas sobre os hábitos intelectuais dos estudantes brasileiros:
“Nossos estudantes queriam saber tudo; mas, em qualquer campo que fosse, só a teoria mais recente parecia merecer-lhes a atenção. Fartos de todos os festins intelectuais do passado, que aliás só conheciam por ouvir dizer, já que não liam as obras originais, conservavam um entusiasmo sempre disponível pelos pratos novos. No caso deles, conviria falar mais de moda que de gastronomia: idéias e doutrinas não ofereciam, em seu entender, um interesse intrínseco, consideravam-nas como instrumentos de prestígio cujas primícias deviam conseguir. Partilhar uma teoria conhecida com outros equivalia a usar um vestido já visto; expunham-se a um vexame. Em compensação, praticavam uma concorrência ferrenha à custa de muitas revistas de vulgarização, periódicos sensacionalistas e compêndios, para conseguir a exclusividade do modelo mais recente no campo das idéias. (...) No entanto, a erudição, da qual não tinham o gosto nem o método, parecia-lhes (...) um dever; de modo que suas dissertações consistiam, qualquer que fosse o tema, numa evocação da história geral da humanidade desde os macacos antropóides, para terminar, por meio de algumas citações de Platão, Aristóteles e Comte, na paráfrase de um polígrafo enfadonho cuja obra tinha tanto mais valor na medida em que, por sua própria obscuridade, era bem possível que nenhum outro tivesse a idéia de pilhá-la.” (evoé, @mrguavaman)
Isso era bem antes dos tempos atuais. Ele viveu no Brasil entre 1935 e 1939. Em 1936, o brasileiro Sérgio Buarque de Hollanda escrevia, em “Raízes do Brasil”:
“A dignidade e importância que confere o título de doutor permitem ao indivíduo atravessar a existência com discreta compostura e, em alguns casos, podem libertá-lo da necessidade de uma caça incessante aos bens materiais, que subjuga e humilha a personalidade. Se nos dias atuais o nosso ambiente social já não permite que essa situação privilegiada se mantenha cabalmente e se o prestígio do bacharel é sobretudo uma reminiscência de condições de vida material que já não se reproduzem de modo pleno, o certo é que a maioria, entre nós, ainda parece pensar nesse particular pouco diversamente dos nossos avós. O que importa salientar aqui é que a origem da sedução exercida pelas carreiras liberais vincula-se estreitamente ao nosso apego quase exclusivo aos valores da personalidade. Daí, também, o fato de essa sedução sobreviver em um ambiente de vida material que já a comporta dificilmente. Não é outro, aliás, o motivo da ânsia pelos meios de vida definitivos, que dão segurança e estabilidade, exigindo, ao mesmo tempo, um mínimo de esforço pessoal, de aplicação e sujeição da personalidade, como sucede tão frequentemente com certos empregos públicos”.
E o que é que o caso da Uniban tem a ver com isso?
Bom, pra mim pareceu mais ou menos claro que aquelas centenas de alunos não estavam lá para estudar. Se todo mundo podia sair da sala de aula pra chamar uma colega de puta, é porque isso era mais importante do que estudar. Se a faculdade acha que é mais importante expulsar a aluna saliente do que tomar medidas contra os alunos talibãs que mataram aula pra linchar moralmente a aluna saliente, é porque a faculdade não apenas sabe desse vezo como também o apoia - ao menos nesse caso, em que atribuiu a culpa do tumulto de centenas alunos a uma aluna só.
E como não apoiaria? É mais negócio perder uma mensalidade ou 700? O canudo está garantido lá no final. E, afinal, é ele que importa. Com o canudo na mão, ninguém vai chamá-los de burros como chamamos o presidente, não é?
Como eu falei no comentário da TV, mais dia menos dia esses caras estarão nas empresas e na política. Com seu senso de moral peculiar reforçado, porque até a faculdade lhes deu razão no caso, e toda a empáfia da cultura bacharelesca brasileira.
O problema do Brasil nunca foi a saia curta. É a orelha comprida.
Maioria da imprensa estrangeira vê Brasil com bons olhos. Lula estava certo quando disse que a imprensa nacional é “azeda” e “joga (o Brasil) para baixo”.
Pesquisa mostra que Lula está certo: imagem do Brasil no exterior é positiva
DO COMUNIQUE-SE
A favor do que garante o presidente Lula, a imagem do Brasil na imprensa internacional é positiva. Uma pesquisa feita pela Imagem Corporativa sobre o terceiro trimestre deste ano mostra que 85%, das 783 matérias analisadas, retrata positivamente o País. No último mês, Lula chegou a dizer que a imprensa nacional é “azeda” e “joga pra baixo”, enquanto que os veículos estrangeiros retratam positivamente o Brasil.
A pesquisa foi feita em 14 dos principais jornais do mundo, como Washington Post, Le Monde e China Daily. Segundo o estudo, focado nos cadernos de economia e política, fatos como a escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016, acordo militar firmado com a França, exploração de novas reservas de petróleo, foram importantes para a boa imagem do País.
De acordo com a pesquisa, os três jornais que dão mais destaque para o Brasil são: Financial Times (16%), Wall Street Journal (15%) e Clarín (13%).
A maioria das matérias coloca o País como um player internacional (26%) pelo relacionamento do Brasil com órgãos e representantes estrangeiros em reuniões como o G20 e Bric.
Comparado com o segundo trimestre, que teve 81% de avaliação positiva, a imagem do Brasil melhorou. Entretanto, alguns assuntos, como divergências comerciais entre Brasil e Argentina, o papel da ditadura brasileira na queda do presidente chileno Salvador Allende, e a devastação da floresta Amazônica e do cerrado, terem sido retratados como negativos para o País.
A imprensa internacional também destacou o Brasil como um bom lugar para investimentos. Mesmo quando o assunto era a crise em Honduras, o País foi retratado positivamente por 85% das reportagens. Sobre a gripe suína, a imprensa estrangeira não fez muitas citações ao Brasil, mas das que foram feitas, 53% eram positivas. A respeito da vitória da candidatura aos Jogos Olímpicos de 2016, 96% das matérias destacaram o aspecto positivo do fato.
No maravilhoso mundo dos fofoqueiros, há gente que inventa, que distorce, que reproduz versões — e há aqueles que acreditam. Pois esse é um recadinho direto para você que não tem coragem de abrir os olhos diante do espelho.

Tem gente que simplesmente não suporta ficar sem uma história para contar. Vasculha aqui e ali. Se não encontra, inventa. Se inventa, ao levar o assunto adiante, costuma recheá-lo até que o fato dê lugar à uma versão do que realmente teria acontecido, mas que não aconteceu.
Aqui, me dou o direito a um exagero, que me ocorre agora. Joseph Goebbels, o ministro do Povo e da Propaganda de Adolf Hitler, propagava a idéia segundo a qual não importava o fato em si, o que interessava era a versão do fato reproduzida Ad infinitum. Ou seja, uma coisa dita várias vezes, independentemente de verídica ou não, se tornaria verdade aos olhos da maioria, em algum momento.
A fofoca tem várias vertentes e, no dito popular, é obra de quem não tem o que fazer. Ela exibe uma curiosidade desnecessária que não interessa a mais ninguém. Mas os fofoqueiros têm o poder de transformá-la em algo atrativo. Os fofoqueiros não sabem que os são. Pois não têm olhos para si. Preferem refletir a vida dos outros.
Quando cursei Jornalismo, tive uma professora de filosofia que, em certa aula, lançou uma forte provocação. Disse ela que jornalista nada mais era do que um fofoqueiro profissional. Algo como se fosse dado a alguém a autoridade de falar dos outros, de acordo com os interesses próprios. E hoje vejo que há de tudo no jornalismo — gente que inventa, gente que distorce, gente que reproduz uma versão e gente, mais habilidosa, que consegue fazer tudo isso junto.
Por falar em filosofia, dia desses, terminei de ler um livro que relata um pouco sobre o filósofo alemão Arthur Schopenhauer. Como a maioria dos grandes pensadores, passou a maior parte de sua vida no isolamento total. Odiava companhia. Se referia às pessoas chamando-as de “bípedes”. Chegou a escrever: “Feliz é o homem que consegue evitar a maioria de seus semelhantes”. Porém, seu comportamento neurótico não ofuscou a inteligência e a sabedoria que um dia — como ele mesmo previu — marcariam a história da filosofia.
O que chama a atenção nessas pessoas é que elas mudaram o curso da história, se preservando úteis para a humanidade mesmo depois de mortas. Muitas idéias de Schopenhauer, na minha opinião, ainda podem ser consideradas de vanguarda nos dias de hoje. Eis uma delas:
— Se você for educado e simpático, as pessoas ficam dóceis e obedientes. Assim, a polidez faz com a natureza humana o mesmo que o calor faz com a cera.
Duvido que você não conheça alguém que se encaixe perfeitamente nesse pensamento.
Aproveite e veja um videozinho em homenagem aos fofoqueiros.
Hori e Fenerich foram protagonistas em “cerimônia” de “doação” à uma creche de cinco computadores e cinco impressoras (ambos usados, mas em “ótimas condições”) que a prefeitura ganhou de uma empresa. À isso, eles chamaram de inclusão digital.

A instalação de novos computadores em qualquer repartição pública é algo comum. Geralmente é uma comemoração solitária, que envolve apenas o funcionário que irá utilizar a máquina. Quando as máquinas são para uso público, carecem de “comemoração”, pois tornam-se “conquista para os usuários”. Na quarta-feira, 28, porém, o prefeito José Carlos Hori e o secretário de Assistência Social Edu Fenerich, na melhor hipótese, elevaram a importância do ato. Representando a prefeitura de Jaboticabal, eles foram à creche Maria do Carmo Abreu Sodré, que fica no Sorocabano, “doar” cinco computadores e cinco impressoras. As máquinas, porém, segundo o divulgado, não foram compradas pela prefeitura. Foram doadas por uma empresa.
O ato, definido como “cerimônia”, teve direito a muitas fotos e, claro, pronunciamento do prefeito e do secretário, segundo o divulgado.Tudo indica que os computadores usados serão utilizados pelas crianças das creches. Segundo o divulgado, a fala de Fenerich dá a entender que inclusão digital resume-se a instalar computadores nas repartições, no caso, a creche. Eis o comentário do secretário diante da “doação” de cinco computadores usados à creche: “A entrega dos equipamentos é uma forma de incentivar a inclusão digital das crianças. Recebemos a doação de uma empresa, fizemos uma triagem e repassamos os melhores equipamentos à creche”, disse ele.
O prefeito, segundo o divulgado, também endossou a fala de seu subordinado. Disse: “O contato precoce com o computador é uma forma de eles [as crianças atendidas na creche] se preparem para um futuro melhor”. Ferenich emendou a fala com seu entendimento da proximidade entre os mundos real e virtual: “Hoje, o mundo virtual está intimamente ligado ao real. A inclusão digital dá a oportunidade de as crianças serem inseridas no mundo digital e, consequentemente, no real”.
Na creche, segundo o divulgado, são atendidas 120 crianças com até 5 anos de idade. Apesar de serem usados, informa a prefeitura, os computadores estão em “ótimas condições”, peças definidas como “fundamentais para as crianças terem as primeiras noções de informática”.
É mole ou você prefere rir?
Estudo aponta que Twitter e redes sociais custam bilhões em produtividade. Calma. A pesquisa foi feita em empresas no Reino Unido.
Do Comunique-se
Pelo menos US$ 2,25 bilhões ao ano. Esse é o valor que o uso do Twitter e de redes sociais custa para empresas no Reino Unido, revela uma pesquisa feita no país, pela consultoria Morse.
O estudo avaliou os hábitos de funcionários em 1460 escritórios. Dos entrevistados, 57% disseram usar sites de redes sociais para uso pessoal. O tempo estimado de uso pelos colaboradores é de ao menos 40 minutos de sua jornada semanal, para posts de mensagens no microblog ou acompanhar perfis no Facebook, tempo que equivale a uma semana de trabalho a cada ano.
Segundo a pesquisa, o Twitter e outras redes sociais prejudicariam a produtividade dos funcionários, já que, ao contrário de mensagens instantâneas, não agilizam a comunicação para os negócios.
Apesar de fazer essa análise, o estudo diz que proibir esse tipo de comunicação para a “geração plugada” da atualidade é um risco para a motivação dos funcionários. A sugestão da consultoria é o uso moderado das redes sociais.
Salve o planeta. Faça dele um lugar melhor. Para você e eu.
A vocação para o conflito é parte da natureza humana, assim como a compaixão. Em tempos tão difíceis, vale a pena inspirar-se em mensagens que remam contra a maré. Eis a seguir a que Michael Jackson nos deixou.
Michael era uma personalidade bizarra, mas chegou a produzir ações sociais pelo mundo. Lembra-se de quando gravou cenas para um clip no Pelourinho (Salvador) e na favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, em 1996? Tenho certeza que grande parte das tais “celebridades” jamais pisaram (ou têm coragem) de conhecer de perto o que significa ser pobre.
Pode ser que a ação de Michael tenha sido uma jogada de marketing? Pode. Sabe-se que ele era um excelente negociador. Mas isso não tira seus méritos. A canção abaixo, por exemplo, tem o mesmo nome da fundação criada pelo cantor e que ajudava milhões de crianças ao redor do mundo.
Salve o planeta. Faça dele um lugar melhor. Para você e eu.
A letra traduzida (pessimamente) extraída do site Vagalume
Cure o Mundo
Pense sobre as gerações e diga que queremos fazer um
mundo para nossos filhos e os filhos dos nossos filhos.
Então esse dia eles saberão que têm um mundo melhor
para eles; E pense se eles terão um melhor lugar.
Tem um lugar em seu coração
E eu sei que é amor
E esse lugar poderia ser
Muito mais brilhante que amanhã
E se você realmente tentar
Verá que não tem motivos pra chorar
Nesse lugar você vai sentir
Que não há dor ou mágoa
Tem jeitos de chegar lá
Se você se importa o suficiente com os vivos
Abra um espaço
Faça um lugar melhor
salve o planeta
Faça dele um lugar melhor
Pra você e eu
E toda a raça humana
Tem pessoas morrendo
Se você se importa o suficiente com os vivos
Faça do mundo um lugar melhor
Para você e para mim
Se você quer saber porque
Tem amor que não mente
O amor é forte
Só se importa com coisas alegres
Se tentarmos, vamos ver
Na graça, não podemos sentir
Medo ou pavor
Nós paramos de existir e começamos a viver
Parece que sempre
O amor é suficiente pra nós crescermos
Então faça um mundo melhor
Faça um lugar melhor
Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Pra você e eu
E toda a raça humana
Tem pessoas morrendo
Se você se importa o suficiente com os vivos
Faça do mundo um lugar melhor
Para você e para mim
E os sonhos que foram concebidos
Irão revelar um rosto alegre
E o mundo uma vez que acreditavam
Vai brilhar novamente em graça
Então por que continuamos estrangulando a vida
Machucando a terra, crucificando sua alma
Apesar de ser fácil de ver
Esse mundo é divino
Seja o brilho de Deus
Nós podíamos voar tão alto
Nunca deixar nossos espíritos morrerem
Em meu coração, sinto que somos todos irmãos
Crie um mundo sem medo
Juntos choramos lágrimas de felicidade
Veja as nações transformarem suas espadas em semeadores
Nós podemos chegar lá
Se você se importasse o suficiente com os vivos
Abra um espaço
Pra fazer um lugar melhor
Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Pra você e eu
E toda a raça humana
Tem pessoas morrendo
Se você se importa o suficiente com os vivos
Faça do mundo um lugar melhor
Para você e para mim
Tem pessoas morrendo
Se você se importa o suficiente com os vivos
Faça do mundo um lugar melhor
Para você e para mim
Para você e para mim
O bom da briga Record versus Folha de São Paulo é a exposição de assuntos que a imprensa não fala. Nenhuma, porém, é Santa.
No programa Fala Brasil da sexta-feira, dia 23, uma nova reportagem feita pela Record sobre o jornal Folha de São Paulo. Vale a pena assistir. A emissora noticia a queda no número de leitores de jornais impressos no Brasil, divulgada pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação).
Cita como exemplo a Folha de S. Paulo que, segundo a reportagem, foi um dos veículos mais afetados. A Record afirma ainda que a Associação Nacional de Jornais atribuiu a queda no número de leitores do jornal à crise econômica, mas acrescentou que o mau desempenho pode estar associado à perda de credibiliade do jornal.
Assista à matéria clicando no título a seguir, vale a pena: Cai número de leitores de jornal no Brasil
Só no Brasil ministro do Supremo Tribunal Federal dá entrevista a torto e a direito, emitindo opiniões antecipadas sobre tudo o que lhe é perguntado. Enfim, é o fim mesmo. Estou falando de Gilmar Mendes, o presidente.
Já na madrugada de segunda-feira, perambulando pelos canais abertos, acompanhei um trechinho do semanal É Notícia, transmitido pela Rede TV! e apresentado pelo jornalista da Folha de São Paulo Kennedy Alencar. Já cheguei a conversar com ele quando participei de um evento em São Paulo. Trata-se de um jornalista sério cujo trabalho vem sendo reconhecido. Eis que no programa, o entrevistado foi o presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes.
Não é novidade para ninguém que ele gosta de holofotes, é estranho e nem faz o perfil do cargo que ocupa ficar emitindo opiniões por ai, por razões óbvias: ele faz parte de um seleto grupo de pessoas que julga outros cidadãos. Só no Brasil mesmo essas coisas acontecem.
Como entrevistado, seu desempenho foi ridículo. Uma decepção. A mesma que senti quando acompanhei a inauguração da Fábrica de Medicamentos em Américo Brasiliense, protagonizada pelo governador José Serra. Com um discurso capenga, arrogante, cheios de números e trololós... Como um ser desses quer ser presidente da República? Chegou de helicóptero. Uma van o transportou até a fábrica. Desceu da van, seguiu uns 50 metros sem cumprimentar ninguém e ficou palco com cara mal humorado.
Veja um trecho da entrevista de Gilmar Mendes.
E o comentário feito por Luis Nassif em seu blog.
Gilmar termina a entrevista ao Kennedy Alencar dizendo que “venceu o estado de direito”.
Em conluio com a Veja, participou de uma trama vergonhosa — a tal “escuta ambiental” no Supremo, tão falsa quanto o incêndio do Reichstag —, de uma provável armação — o tal “grampo” que captou sua conversa com o senador Demóstenes —, ridicularizou conceitos básicos de Justiça (como a presunção da inocência), expos a imagem do Supremo de uma maneira inédita, com uma volúpia para aparecer na mídia incompatível com sua função.
E, agora, torna-se juiz de si mesmo: segundo ele próprio, seu desempenho foi fundamental para salvar a democracia brasileira. Durma-se com uma modéstia dessas.
opiniões
JABOTICABAL

Por que você está perguntando isso?
Essa é a pior resposta que um entrevistado pode dar a um jornalista, pois ela instiga uma tréplica imediata: Será que estão escondendo algo?
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